Entre a luz e o verde, a borboleta respira o ar e condensa um estádio de vidro. As asas finas se transformam em prateleiras em camadas, como se as asas de borboleta estivessem paradas. A luz atravessa o vidro, derramando sombras vibrantes, até as flores parecem brilhar.
Estabiliza as janelas ou os cantos, abrigando pequenas primaveras – carnes enroladas em texturas como folhas, e vinhas que tremem como borboletas. Olhe bem, como se pudesse ouvir o som das asas. É uma arte fixa: a vida carrega outra vida pesada na forma mais leve.
Quando o crepúsculo é mergulhado, o cornice e a borboleta se fundem gradualmente no crepúsculo, apenas as bordas de vidro ainda estão chapadas de ouro, para lembrá-lo: a beleza é sempre uma coisa frágil e voadora.
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